Você se sente bem em me maltratar?
Você é o alguém que eu disse que ia amar...
Mas agora, você me destrói, eu disse que era pra você parar, mas mesmo assim você sente prazer em dor me desfazer...
Não sei o que eu te fiz, não sei qual é o prazer que você tem em fazer isso comigo...
Irei fugir de você, irei fugir desse seu doentio prazer...
Não sei porque você teima em ser assim, se eu já tinha te prometido meu amor, e você me desfazendo em dor.
Eu chorei, eu caí, eu desabei e agora eu fugi.
Eu te amei, te dei tudo que eu tinha e o que eu não tinha também, te dei minha alma, meu sangue, minha luta, minha fúria.
Você me destruiu tanto... doeu tanto, dói tanto.
Mesmo agora que eu fui embora, você continua a me assustar, com esse seu doentio prazer, prazer em me atormentar.
Nunca mais quero voltar, nunca mais quero sofrer, nunca mais quero chorar, você me matou por dentro e por fora e tive que matar você... aqui e agora.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Apenas Ele
Era de madrugada acordei sentindo sede, desci as escadas bem devagar para não fazer barulho e não acordar ninguém. Percebi que o chão estava muito frio, percebi que estava descalça, achei graça daquilo e continuei andando.
Chegando a cozinha abri a geladeira e finalmente matei minha sede tomando água.
Subi novamente, e quando eu chego em meu quarto me deparo com algo assustador, tinha alguém ali dentro, tentei gritar mas parecia que o medo não deixara, tentei correr mas o medo também tinha me paralisado por completo.
Fiquei ali em frente a porta, parada por alguns minutos, até perceber que havia alguém, ouvi aquela suave voz chamando meu nome, mas não era possível, fazia mais de 1 ano...
-Júlia, é você? Disse a voz que vinha de trás da cortina.
-Sim, sou eu, mas quem é você? Eu me perguntava querendo acreditar que não era possível, estava tendo um sonho, queria acreditar naquilo.
-Sou eu... você sabe quem eu sou, sou eu Júlia, o Matheus...
Eu quis gritar novamente, porém, apenas continuei falando calmamente.
-Não é possível, você morreu já faz mais de 1 ano Math, sua casa pegou pegou fogo e você não conseguiu sair. Me desesperei
-Eu só vim me despedir, eu fui embora sem dar o meu último beijo, sem poder te tocar pela última vez. Disse-o saindo atrás da cortina, o brilho do poste da rua contrastou com o seu cabelo castanho e sua pele perolada, podia ver aqueles olhos castanho- escuros mais uma vez, Math parecia tão real, tão vivo, eu esperei por ele mesmo sabendo que ele não iria voltar.
-Math, eu te amo. Disse choramigando enquanto eu já estava me encostando em seu corpo.
-Também amo você Júlia, mas essa é a última vez que iremos nos ver, depois daqui só quando você...
-Mas como você voltou? Eu perguntei com uma cara meio atordoada.
-Longa história meu anjo, longa e complicada demais, o importante sou eu aqui com você.
Eu sempre o chamei de Math, e ele sempre chamou-me de meu anjo, eu tranquei a porta do quarto para ninguém ver uma pessoa que deveria estar morta...
Conversamos por um bom tempo, ele fez perguntas do tipo: "Você está com alguém agora?" e eu o perguntava se era do jeito que as pessoas diziam, sobre, morte, céu, inferno...
-Júlia...
-Sim? eu perguntei...
Ele apenas me surpreendeu com um beijo, o beijo mais apaixonante e desesperador de toda a minha vida, eu o Math naquela noite nos entregamos de corpo e alma um para o outro, após tudo isso, ficamos deitados tocando o rosto um do outro, dando sorrisos, olhando um nos olhos do outro.
-Meu anjo, está amanhecendo, agora eu terei que ir. Disse-o com lágrimas em seu rosto.
-Math, por favor fique comigo, ou pelo menos volte.
Ele apenas balançou a cabeça negativamente, nos vestimos e nos beijamos pela última vez, ele tirou algo do seu bolso da calça, e entregou em minha mão, eu lembrava daquilo, era o anel dele que ele nunca largara, aquele anel por dentro agora estava escrito: Meu anjo
Fiquei surpresa pelo anel, ele apenas sorriu e começou a andar em direção a janela, largando minhas mãos aos poucos, até sumir com o aparecer do Sol.
Segurei firme o anel, e chorei por um bom tempo, eu acordei, mas não lembrava de ter ido dormir, procurei o anel desesperadamente, mas não achei.
Passei dias até perceber que tinha apenas sido um sonho.
Fui ao parque depois da escola, me sentei em um dos brinquedos e fiquei pensando no meu amor eterno pelo Matheus, meu Math.
Senti algo dentro do meu bolso, não podia ser... o anel estava dentro do bolso do meu jeans...
Um sorriso abriu em meu rosto, aquele anel ter voltado pra mim foi como um beijo eterno.
Nunca mais esquecerei quem em breve, eu e ele nos encontraremos novamente.
Chegando a cozinha abri a geladeira e finalmente matei minha sede tomando água.
Subi novamente, e quando eu chego em meu quarto me deparo com algo assustador, tinha alguém ali dentro, tentei gritar mas parecia que o medo não deixara, tentei correr mas o medo também tinha me paralisado por completo.
Fiquei ali em frente a porta, parada por alguns minutos, até perceber que havia alguém, ouvi aquela suave voz chamando meu nome, mas não era possível, fazia mais de 1 ano...
-Júlia, é você? Disse a voz que vinha de trás da cortina.
-Sim, sou eu, mas quem é você? Eu me perguntava querendo acreditar que não era possível, estava tendo um sonho, queria acreditar naquilo.
-Sou eu... você sabe quem eu sou, sou eu Júlia, o Matheus...
Eu quis gritar novamente, porém, apenas continuei falando calmamente.
-Não é possível, você morreu já faz mais de 1 ano Math, sua casa pegou pegou fogo e você não conseguiu sair. Me desesperei
-Eu só vim me despedir, eu fui embora sem dar o meu último beijo, sem poder te tocar pela última vez. Disse-o saindo atrás da cortina, o brilho do poste da rua contrastou com o seu cabelo castanho e sua pele perolada, podia ver aqueles olhos castanho- escuros mais uma vez, Math parecia tão real, tão vivo, eu esperei por ele mesmo sabendo que ele não iria voltar.
-Math, eu te amo. Disse choramigando enquanto eu já estava me encostando em seu corpo.
-Também amo você Júlia, mas essa é a última vez que iremos nos ver, depois daqui só quando você...
-Mas como você voltou? Eu perguntei com uma cara meio atordoada.
-Longa história meu anjo, longa e complicada demais, o importante sou eu aqui com você.
Eu sempre o chamei de Math, e ele sempre chamou-me de meu anjo, eu tranquei a porta do quarto para ninguém ver uma pessoa que deveria estar morta...
Conversamos por um bom tempo, ele fez perguntas do tipo: "Você está com alguém agora?" e eu o perguntava se era do jeito que as pessoas diziam, sobre, morte, céu, inferno...
-Júlia...
-Sim? eu perguntei...
Ele apenas me surpreendeu com um beijo, o beijo mais apaixonante e desesperador de toda a minha vida, eu o Math naquela noite nos entregamos de corpo e alma um para o outro, após tudo isso, ficamos deitados tocando o rosto um do outro, dando sorrisos, olhando um nos olhos do outro.
-Meu anjo, está amanhecendo, agora eu terei que ir. Disse-o com lágrimas em seu rosto.
-Math, por favor fique comigo, ou pelo menos volte.
Ele apenas balançou a cabeça negativamente, nos vestimos e nos beijamos pela última vez, ele tirou algo do seu bolso da calça, e entregou em minha mão, eu lembrava daquilo, era o anel dele que ele nunca largara, aquele anel por dentro agora estava escrito: Meu anjo
Fiquei surpresa pelo anel, ele apenas sorriu e começou a andar em direção a janela, largando minhas mãos aos poucos, até sumir com o aparecer do Sol.
Segurei firme o anel, e chorei por um bom tempo, eu acordei, mas não lembrava de ter ido dormir, procurei o anel desesperadamente, mas não achei.
Passei dias até perceber que tinha apenas sido um sonho.
Fui ao parque depois da escola, me sentei em um dos brinquedos e fiquei pensando no meu amor eterno pelo Matheus, meu Math.
Senti algo dentro do meu bolso, não podia ser... o anel estava dentro do bolso do meu jeans...
Um sorriso abriu em meu rosto, aquele anel ter voltado pra mim foi como um beijo eterno.
Nunca mais esquecerei quem em breve, eu e ele nos encontraremos novamente.
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